A Companhia das Índias Ocidentais
Em 1624, uma frota da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, invade Salvador. No ano seguinte, forças luso-espanholas derrotam os holandeses. Em 1627, é feita nova tentativa, frustrada, contra Salvador. Mas, em 1630, empreendem nova tentativa, com sucesso, em Pernambuco. O objectivo principal era o domínio do principal centro produtor de açúcar do Mundo. Depois de um primeiro período difícil, quando foram vencidos pelos colonos que se haviam fortificado no Arraial do Bom Jesus, sob o comando do governador Matias de Albuquerque, os holandeses, conseguiram, graças ao auxílio de Domingos Fernandes Calabar, não apenas destruir o Arraial, mas também ampliar a sua dominação até ao Rio Grande do Norte.
João Maurício de Nassau

Montanus 'Urbs Salvador'
O principal período da dominação holandesa, situou-se entre 1637 e 1645. Para administrar o domínio holandês na Brasil, chega a Pernambuco João Maurício de Nassau, tolerante nos campos político e religioso. Nassau estimula os engenhos e as plantações. Urbaniza o Recife e assegura a liberdade do culto. É responsável pela vinda de cientistas e artistas, como os pintores Frans Post e Albert Eckhout, que retratam o quotidiano brasileiro. Na sua administração, a dominação holandesas estende-se sobre toda a região entre o Ceará e o rio São Francisco. Os manuscriptos embaixe são desta época.
Para ver as famosas obras Historia Naturalis Brasiliae e De Nieuwe en Onbekende Weereld clique aqui.
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Facsimile of 20 manuscripts from the 17th century describing events leading to the invasion of Brazil by the Dutch West Indies Company (WIC), the war, armistice and withdrawal.
Tradução para o holandês de "Histoire des derniers troubles du Bresil. Entre les Hollandois et les Portugais". Essa obra de Pierre Moreau, o qual chegou ao Brasil em 1646, permanecendo ali por dois anos, fornece preciosas informações sobre o período inicial da guerra de Restauração, travada pelos luso-brasileiros contra os holandeses, e a vida social e econômica da capitania. Data: 1652
O diálogo entre Kees Jan Schott, vindo do Brasil, e Jan Maet, negociante, que estivera anteriormente na colônia, é uma crítica à corrupção moral e às irregularidades na administração da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil Holandês. Este folheto é conhecido como 'Machadão do Brasil' na tradução para o português publicada na 'Revista do Instituto Histórico Pernambucano'.
Data: 1647
Data: 1647
























